Limites

Eu não sei qual o meu limite, só sei que tenho um.

Estabeleço como parâmetro minha falta de paciência com o tempo que demora a passar, minhas dores nas costas quando fico sentada por muito tempo, minha intolerância ao barulho infernal das obras que começam às 7h da manhã e terminam depois da meia noite.

Mas também me vanglorio com minha capacidade de me calar nas horas que preciso escutar, minha flexibilidade em compreender a necessidade das outras pessoas, minha vontade de ajudar sem medir esforços, minha esperança que espera sem pedir nada em troca.

Ainda assim, não sou uma santa como muitos querem pintar. Se nem minha mãe, é.

Sou impulsiva, inconstante, imparcial, um tanto temperamental, incapaz de fritar um ovo, indecifrável, iludida, irreal.

E quando dizem: é melhor você aproveitar, porque tudo pode mudar de uma hora para outra. Acho feio não confiarem nos compromissos que fiz. Mas quer saber? Eles podem ter uma certa razão.

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