Cinquenta tons de cinza

Acabei o livro em menos de 3 dias. 3 tardes, pra falar a verdade. Muito criticado nos Estados Unidos e proibido em alguns países, Cinquenta tons de cinza fala de um universo totalmente desconhecido (pelo menos para mim) que chega a ser perturbador.

Não indico para as mulheres casadas, as mulheres feministas, as mulheres puritanas, as mulheres que tem um emprego e precisam se concentrar, as mulheres que são mães, muito menos as avós. Indico para quem quer se chocar, pra quem curte certas tensões sexuais, intelectuais e emocionais.

Nas primeiras 60 páginas tive vontade de trancar em alguma gaveta bem funda e jogar a chave fora. Depois, me segurei para não queimar. Quando eu vi que a história poderia ter algo a mais do que uma relação Dominador X Submissa, ou seja, amor de verdade, romance, paixão, entrega, eu não resisti e continuei a ler até o fim. Ah, é bom lembrar que se trata de uma trilogia, portanto, termina bruscamente fazendo você implorar pelo próximo volume (o que não é o meu caso, eu definitivamente paro por aqui).

Me julgue se quiser. Não, não, por favor, não faça isso. Já chega a vergonha imensa que senti queimando o meu rosto nesses dias. Só um detalhe: para me julgar, você vai precisar ler antes. Instigante, não?

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